Que tal incluir hambúrguer e linguiça de peixe no cardápio? Veja dicas da Agropesc

Derivados de peixe são alternativas para agregar valor e ampliar o mercado, técnicas foram ensinadas durante oficina em Amapá.

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Já pensou em incluir no cardápio um hambúrguer de peixe? E no churrasco aquela linguiça temperada? Essas são alternativas saudáveis e que ampliam o mercado consumidor. As dicas são da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural (SDR), durante oficina realizada nesta quinta-feira, 24,  na 28ª Feira Agropecuária de Amapá (Agropesc).

Para a carne de hambúrguer é preciso primeiro processar o filé de peixe, transformando-o em uma massa. Pode-se usar um moedor ou processador. Depois de triturado, tempere com cebola, coentro e outros condimentos de sua preferência. Adicione um ovo e farinha de rosca ou de trigo até que a massa adquira o ponto de modelar. Faça pequenas bolas com a massa e as achate levemente, formando um disco de carne. Pronto! Agora é só fritar e degustar.

De acordo com Giseldo Cardoso, técnico da SDR, no município de Amapá o peixe é uma cultura forte e por isso é preciso ampliar sua oferta. Além de ser uma fonte de proteína saudável, mesmo um peixe de baixo valor comercial pode ser utilizado na produção de hambúrguer, agregando valor ao produto, deixando-o mais saboroso e triplicando a renda para o empreendedor. Nesse caso, o produto pode ser destinado à merenda escolar, lanchonetes e restaurantes.

A estudante Beatriz Soares, 16 anos, do município de Pracuúba, participou da oficina para complementar as atividades extracurriculares e ficou surpresa com a ideia de fazer hambúrguer de peixe.

“É fácil de fazer e é novidade para mim. Nunca tinha experimentado. Vou fazer em casa”, afirmou.

Além do hambúrguer de peixe, os participantes da oficina também aprenderam a fazer linguiça de pescado.

Circuito TecnoAgro

O Circuito TecnoAgro é um conjunto de feiras de negócios realizadas em todos os espaços disponíveis para a exposição do potencial agropecuário do Amapá. É voltado para pequenos, médios e grandes produtores, além de instituições financeiras e de insumos que atuam no setor agrícola e da pecuária. O objetivo do circuito é incentivar e contribuir para a expansão do setor produtivo por meio de ciência e tecnologia.

Fonte Original GEA
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