Portal
AO VIVO
No Ar
Programação ao vivo •
Logo
← Voltar para a Página Inicial

Juros das famílias chegam a 64% ao ano

Publicado em 31/07/2026 09:10 Automática
Juros das famílias chegam a 64% ao ano

Famílias compromentem 28,5% da renda em dívidas Endividamento alcançou 49,8% em maio Os juros cobrados das famílias continuam altos, assim como a inadimplência e o comprometimento da renda. A taxa média de juros do crédito livre às pessoas físicas alcançou 64% ao ano em junho, com alta de 1,2 ponto percentual (p.p.) no mês e de 4,6 pontos percentuais em 12 meses. As informações são das Estatísticas Monetárias e de Crédito divulgadas na quinta-feira (30) pelo Banco Central (BC).Segundo o BC, pesou principalmente o aumento das taxas do crédito pessoal não consignado, que subiram 7 pontos percentuais no período. O endividamento das famílias brasileiras alcançou 49,8% em maio, um aumento de 0,9 ponto percentual em um ano. Já o comprometimento da renda com o pagamento de dívidas chegou a 28,5%. A inadimplência da carteira total de crédito do Sistema Financeiro Nacional (SFN) ficou em 4,7% em junho, estável em relação ao mês anterior, mas 1 ponto percentual acima do verificado em igual período do ano passado. Entre as famílias (pessoas físicas), a taxa permaneceu em 5,6%, com elevação de 1,2 ponto percentual em 12 meses.Crédito às famíliasO saldo das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional somou R$ 7,4 trilhões em junho, com crescimento de 0,7% no mês. Em 12 meses, a expansão acumulada foi de 9,7%. O crédito destinado às famílias atingiu R$ 4,6 trilhões, com aumento de 0,2% no mês e de 10,8% em 12 meses.No crédito livre para pessoas físicas, o saldo chegou a R$ 2,5 trilhões. Apesar da alta de 11,2% em 12 meses, houve recuo de 0,1% em relação a maio. O Banco Central atribuiu o resultado principalmente às reduções das carteiras de aquisição de veículos e de credito pessoal não consignado sem garantias reais.As concessões totais de crédito, consideradas as séries com ajuste sazonal, cresceram 0,4% no mês. O avanço foi puxado pelas operações com empresas, que aumentaram 1,4%, enquanto as concessões às famílias recuaram 0,2%.

Compartilhar:

Publicidade