Campanha de vacinação contra aftosa começa no dia 15 de setembro

Rebanho de 1.944 propriedades ativas no estado deverá receber a vacinação, que, este ano, terá mudanças na dosagem, passando de 5 ml para 2ml.

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A Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária do Amapá (Diagro) vai lançar no dia 12 de setembro, mais uma edição da campanha de vacinação contra a febre aftosa no estado. A imunização será de 15 de setembro a 15 de novembro. Produtores terão até 25 de novembro para declarar a vacinação de seus rebanhos, sob risco de sofrerem sanções.

Conforme a coordenadora da campanha contra a febre aftosa, Gicelia Miranda, a campanha deste ano terá mudanças na dosagem da vacina, que deixa de ser trivalente e passa a ser bivalente.

“Os animais deverão ser imunizados com dois mililitros, e não com cinco, como era antigamente. Trata-se de uma estratégia do plano de ação para a retirada da vacinação, que começaria a partir deste ano no Amapá, mas, por conta de algumas adequações nos escritórios de vigilância dos estados que integram o bloco, a retirada da vacinação teve quer ser adiada para 2021”, explicou a coordenadora.

Os estados brasileiros foram divididos em cinco blocos pecuários para que seja feita a transição de área livre da aftosa com vacinação para sem vacinação. O Amapá integra o Bloco II, ao lado de Amazonas, Pará e Roraima.

A expectativa é de que o Amapá atinja, este ano, 97% de cobertura vacinal. Em 2018, o estado fechou em 95%, número acima do que o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) considera como uma boa cobertura para a vacinação, que é de 90%.

Além de vacinar seu rebanho, o produtor precisa, obrigatoriamente, declarar esta vacinação. Caso isso não ocorra, ele ficará impedido de transitar e comercializar animais, terá o nome incluído na lista de inadimplentes da Diagro, e poderá ser multado.

As multas são de R$ 40,50, por animal, para quem deixar de vacinar o rebanho, e R$ 67,50, por animal, para quem deixar de declarar a vacinação até o prazo.

O Amapá possui, atualmente, o segundo maior rebanho bubalino do país, com 291.303 cabeças, e 53.605 cabeças de bovinos, distribuídos em 1.944 propriedades ativas no estado.

Fonte Original GEA
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